Segundo a ANTRA, o Brasil é há quase 18 anos o país que mais mata pessoas trans no mundo: foram 80 assassinatos em 2025. Direitos como o nome social e a proteção contra a violência salvam vidas; discursos de ódio colocam essas vidas em risco.
Com a esquerda
Em 2023, o Ministério dos Direitos Humanos ganhou a primeira secretaria nacional dedicada à população LGBTQIA+, com políticas públicas e canais de denúncia. O nome social é respeitado nos serviços públicos e o tema volta a ser tratado como direito, não como ameaça.
Com a extrema direita
Pessoas trans viram alvo constante de discursos e projetos que tentam tirar direitos, do uso do banheiro ao atendimento de saúde. No Dia da Mulher de 2023, um deputado do PL subiu à tribuna da Câmara de peruca para atacar mulheres trans e foi repreendido pelo presidente da Casa.
O que está em jogo
Segundo a ANTRA, o Brasil é há quase 18 anos o país que mais mata pessoas trans no mundo: foram 80 assassinatos em 2025. Discurso de ódio não fica no discurso: ele autoriza a violência.
Está nas notícias
Não é opinião: a imprensa registrou. Matérias que mostram o que a extrema direita fez ou tentou fazer neste tema.
- MPF pede que Câmara investigue fala de Nikolas FerreiraO Ministério Público Federal pediu investigação da fala do deputado contra pessoas trans.Ler a matéria
- No Dia da Mulher, Nikolas Ferreira usa peruca e faz comentários transfóbicosO jornal registra o discurso transfóbico do deputado do PL de peruca na Câmara.Ler a matéria
- Nikolas Ferreira ironiza pessoas trans no Dia da MulherNikolas Ferreira (PL-MG) usou peruca na tribuna da Câmara para ironizar mulheres trans no Dia da Mulher.Ler a matéria
Fontes
De onde vêm os dados desta página.
- ANTRA
Dossiê 2026: assassinatos e violências contra pessoas trans no Brasil em 2025.
- Agência Brasil
Mesmo com queda, Brasil segue como o país que mais mata pessoas trans.
- Agência Brasil
Criação, em 2023, da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.
- Agência Câmara
No Dia da Mulher de 2023, deputado do PL usou peruca na tribuna para atacar mulheres trans.
